Como tudo começou: Dressler e Thatu

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Como tudo começou: sobre meu namoro com o Dressler

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Nem acabou 2012, tudo como sempre, eu encalhadíssima e certa de que assim deveria permanecer até acertar outras coisas da minha vida. Trabalho, dinheiro, casa, vida, etc, blablabla e tal.

Terminei meu namoro anterior em 2011, mesmo gostando dele, por “desencontros de objetivos”. Nossa relação, em si, era boa. Mas estava tão desgastada por conta de questões que não conseguíamos alinhar, que chegou um momento que o fim foi inevitável. Ele sempre foi ótimo namorado, excelente pessoa, mas não havia mais meios de eu manter uma relação com ele. Tomei coragem e terminei. Foram tempos difíceis, muitas vezes pensei em voltar atrás, mas no fim deu tudo certo.

Me prometi ficar 1 ano solteira e cumpri. Eu até queria continuar sozinha, mas o que me incomodava era que eu me havia me tornado vazia, escrotamente sem sentimento. No máximo, interesses momentâneos, mas não conseguia me interessar por alguém mais do que isso.

Até que num dia qualquer no aniversário do amigo @FerKobaia, assim que cheguei, ao subir as escadas já avistei aquele cara lindo, me olhando fixamente. E não consegui desviar o olhar.

Ironicamente, o único lugar vago na mesa era ao lado dele. Sentei e perguntei: “Você é quem?”

Ele, com o sorriso mais lindo, responde: “Poxa, Thatu, não lembra de mim?” Lucas Dressler, o nome dele.

Não, eu não lembrava. E não lembrei mesmo depois. Enfim, foda-se. Eu estava lá, encantada por ele desde que cheguei e torcendo pra que ele sentisse o mesmo.

E assim foi. Nada aconteceu no bar a não ser troca de olhares e sorrisos, zoeira dos amigos que claramente notaram que algo rolava.

Apesar de parecer impossível, sou tímida pra caralho. E reservada quando se trata de ficar com alguém. Só eu sei o quanto me sinto desconfortável em ser vista com um homem.

Mas ok. Fomos para a casa de alguns amigos e eu estava loucamente afim do cara. Dum jeito que, pra quem nunca ficava afim de mais ninguém desde o fim do namoro, nem podia mensurar. Foi foda.

Lucas se sentou num canto, o clima estava armado, me sentei perto dele. Ou melhor, entre as pernas dele.

As situações seguintes foram dignas de uma comédia romântica…

Voz ao ouvido, olhares se cruzando, dedos entrelaçando de forma tão conexa, completa que eu nem podia acreditar que era eu ali. EU, A MINA QUE TEM CORAÇÃO DE PEDRA, CARAS.

Mas eu estava ali, querendo aquilo, vivendo aquilo e louca pra sentir o beijo daquele cara e, mesmo assim, constrangida pelo tanto de pessoas que haviam na sala, somado a toda tiração de sarro que faziam conosco.

Uma amiga me pediu pra buscar o cigarro no carro. Prontamente pensei: “É agora!” e o chamei para ir comigo.

Mal adentrei o elevador e ele, arrebatador, me beijou. E foi um daqueles beijos que a gente sente tudo, mais um pouco e mais um outro tudo, ainda.

E vem logo aquele monte de dúvidas: “Será que só eu senti isso?”, “COMO AGIR AGORA QUE ESSA MERDA DE ELEVADOR PAROU?”.

Tá. Fomos ao carro, pegamos o cigarro e então ele, carinhosamente, me encostou no muro e ali ficamos. Óbvio que não vou relatar detalhes, porque né… (risos)

 

Antes que eu fizesse uma merda, resolvi voltar pro meio da galera. E aí já era evidente que algo tinha rolado, todos perceberam, zoaram um pouco e logo se conformaram. E sentados lá de novo, no mesmo cantinho, novos olhares, dedos se entrelaçando, cafuné, carinho e agora, beijos…

Deu a hora de ir embora. E só eu sei a tristeza que senti. Foi como perder algo que eu sempre quis. Mas fui… Cheguei em casa, mandei um tweet pra ele: “Seu lindo”. Bastou pra ele me responder pedindo meu celular. 72 horas de conversas loucas, desesperadas querendo uma forma de nos vermos… SEM DORMIR. OS DOIS.

Daí pra frente, tudo o que aconteceu, guardo pra nós. Mas divido com vocês o resultado: tô eu namorando o cara mais foda que conheço. E do jeitinho que eu sempre brinquei que queria: 1,90m, lindo, inteligente, divertido, leal, carinhoso, parceiraço, amigo, gostoso, gamer, nerd, família, TUDO!!!  

No que isso vai dar? Não sei! Pode acabar amanhã, vai saber? Assim como qualquer relacionamento, aliás.

Mas sei o que espero disso hoje: no que depender de mim, eu quero viver isso pra sempre! Porque está bom demais.

“Ah, mas foi tudo tão rápido…”

Sim! Foi mesmo. Nem eu, nem ele conseguimos mensurar como as coisas aconteceram assim. Mas aconteceram ASSIM e é ASSIM que temos que lidar com elas. Como são. Rápidas, porém deliciosas.

SE acabar, QUANDO acabar, eu conto pra vocês. Afinal, quando terminei com o Fre, também dividi tudo… Mas espero que não acabe, porque apesar de eu não acreditar no para sempre, eu o almejo e farei de tudo pra provar pra mim mesmas que eu estava errada em não acreditar.

dressler e eu

Sendo assim: DESENCALHEI! E foi uma história digna de filme…

E que esta postagem traga um pouquinho de esperança para as demais encalhadas do mundo.

Pra quem quer saber quem é ele, tá aí: @oLucasDressler, no Twitter | @oDressler no Instagram

Romântica, mas de um jeito nada romântico. Escrever é como construir uma colcha de retalhos: vou juntando pedaços de histórias, sentimentos e pensamentos meus, seus, de outras pessoas. E a cada vez que você me lê, me cita e me compartilha, enche meu coração de alegria e mostra para alguém um pouco mais de você, de mim e, claro, dela mesma.

Amo escrever, mas amo mais ainda ser lida. ♥

Mãe de Adolescente

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