Luiza Brunet denuncia o marido por agressão

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A atriz e eterna musa Luiza Brunet (54), vem a público hoje (1/7) e denuncia o marido por agressão e revela que teve quatro costelas quebradas durante uma crise de ciúme dele.

luiza brunet denuncia o marido por agressãoLuiza Brunet, atriz e modelo reconhecida internacionalmente viveu recentemente uma cena que, infelizmente, ainda é muito comum a tantas mulheres: agressão e violência doméstica.

O acusado da agressão, seu ex-namorado Lírio Albino Parisotto 62), empresário, nega veementemente as acusações, ao mesmo tempo em que diz que apenas se defendeu de uma mordida.

Nos exames feitos por Luíza, ela teve quatro costelas quebradas, o que é totalmente desproporcional e descabido e não se encaixa em nada nas alegações de legítima defesa do acusado.

Através de medida protetiva, o empresário foi proibido pelo Ministério Público de se aproximar e manter contato com Luiza.

A agressão

Segundo o relato de Luíza, que teria sofrido as agressões em Nova York, Estados Unidos, no dia 21 de maio, ela ainda teve que voltar ao Brasil escondida para fugir do acusado.

Ela conta que estavam saindo de um estabelecimento e foram ao apartamento dele, onde o acusado lhe deu um soco no nariz e seguidos chutes.

O acusado ainda teria derrubado um sofá e imobilizado Luíza até lhe quebrar quatro costelas, antes dela se desvencilhar dele e se trancar no quarto.

Após um dia trancada, Luiza esperou para ter certeza de que o acusado saíra, para conseguir pegar o voo de volta ao Brasil.

Nota do Acusado

O acusado divulgou uma nota através de assessoria de imprensa, onde alega lamentar as versões distorcidas dos acontecimentos citados. Confira a nota na íntegra:

“Neste momento, venho a público lamentar que versões distorcidas sobre um episódio ocorrido na intimidade estejam sendo divulgadas como única expressão da verdade. Embora compreenda a natural repercussão do caso pelas pessoas envolvidas, tenho a convicção de que no momento e nas esferas legais apropriadas todas as circunstâncias serão plenamente esclarecidas”, diz a nota.

Em sua conta do Instagram, Parisotto escreveu: “Amigos, peço um pouco de paciência a respeito de algumas informações que estão circulando nas diversas mídias. Nunca na vida agredi homem, muito menos mulher que respeito muito, quem me conhece sabe. Isto não me tira o direito de me defender de tentativas de agressão através de tapas, chutes, mordidas, unhadas etc. Tento me defender através da imobilização. Se o caso for para a justiça será lá que será esclarecida a verdade. Muita paz as pessoas do Bem. Por fim este é um canal de comunicação com pessoas de que aceitei me seguirem. Agradeço a compreensão. É a vida segue”. O post foi reproduzido pelo site Ego.

E o que isso tudo revela?

Em primeiro lugar, revela que ainda é complicado falar de violência doméstica.

Afinal, ao revelarmos que sofremos algo assim, somos automaticamente julgadas. Julgadas por ter escolhido esse cara, por não ter feito nada, por não ter falado antes, por ter falado logo, por não ter reagido, por ter reagido, por não ter provocado, por ter provocado.

Seja o que for que fizermos – ou não – seremos julgadas.

Revela que muitas pessoas, inclusive mulheres, ainda acham que “precisa ver se ela não deu motivo”.

Revela que mesmo após quatro costelas quebradas, ainda temos que explicar que não provocamos, que não fizemos nada que fosse suficientemente cabível para justificar.

Outros casos

Recentemente houve um caso em que o filho denunciou a agressão do pai policial, que quebrou o nariz da mãe e, mesmo assim, ouve-se na reportagem a irmã do agressor confesso falando da vítima como “Essa daí” e usando de uma entonação como se, mesmo apanhando, ela devesse ficar calada.

O agressor, neste caso confesso, declarou em seu perfil pessoal que lamentava o que tinha feito, mas que isso não o fazia um monstro, como ele estava sendo pintado pela vítima e que ele, apesar de tudo, era um bom pai.

Isso também nos revela algo: nos revela que para boa parcela da sociedade, o cara colocar comida em casa  e dar bom dia para o porteiro já é o suficiente para ele ser considerado bom homem, quiçá bom pai.

Sequer cogitam o quão danoso e traumatizante é para um filho, ver sua mãe sendo espancada e agredida de forma violenta, por exemplo.

Portanto, ainda há muito o que se falar sobre isso, há muita lutar para que as pessoas finalmente entendam que um homem não pode ser bom se ele agride sua mulher e seus filhos, por mais que ele seja legal, inteligente e trabalhador, porque se ele é agressor, ele é criminoso. Simples assim.

Se você é vítima de violência doméstica, física ou psicológica ou viu alguém sofrendo, denuncie: 180

Romântica, mas de um jeito nada romântico. Escrever é como construir uma colcha de retalhos: vou juntando pedaços de histórias, sentimentos e pensamentos meus, seus, de outras pessoas. E a cada vez que você me lê, me cita e me compartilha, enche meu coração de alegria e mostra para alguém um pouco mais de você, de mim e, claro, dela mesma.

Amo escrever, mas amo mais ainda ser lida. ♥

Mãe de Adolescente

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