De cada 10 pessoas, 9 já assumiram ter o famoso dedo podre. Aquela mania absurda de repetir, repetir e repetir os mesmos padrões ruins na hora de buscar parceiros.

Se você faz parte dessas 9 pessoas, essa postagem é especialmente para você. Mas saiba: só vai funcionar se você estiver mesmo disposta a fazer o que precisa ser feito. Senão, não adiantar reclamar depois, ok?

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Relações são complicadas

E são mesmo! Mas, com raras exceções, não fogem à regra do “Se começar errado, não vai dar certo” e é complicado definir os fatores que podem decidir uma relação de sucesso, mas baseando-me em minha experiência de vida, somada a de amigas, parentes e, claro, de tantas leitoras que me pedem socorro todo dia, arrisco-me a dizer que o que começa errado, tem grandes chances de dar muito errado.

Aquele sentimento bom que dá quando o beijo se encaixa, aquela sensação de “agora vai” quando ele anota seu telefone com atenção e aquela pontinha de “finalmente encontrei alguém” quando ele torce para o mesmo time que você, parecem sinais suficientes para que você tenha certeza de que vai dar certo. Mas não é!

Tenha critérios!

É muito importante que tenhamos critérios mínimos para entrar numa relação, senão já começamos algo que tem muito mais chances de fracasso do que sucesso. Sem falar na absurda chance de estarmos entrando numa fria, em uma relação perigosa mesmo.

E por “critérios” não estou falando de “Ah, pra mim o cara tem que ser honesto, carinhoso, amigo, legal, parceiro” e esse monte de qualidades que na verdade são obrigações de qualquer ser humano que se preze. Então tem que querer mais! Tem que ter uma linha de corte, sim.

Para estabelecer critérios corretos, é preciso observar atentamente seus gostos, costumes, hábitos, crenças e tudo o mais sobre si mesma de forma honesta e direta.

Por exemplo: “Sou religiosa e não só quero sexo após o casamento”. Então você precisa ter como critério, um homem que professe dos mesmos desejos que você e, se possível, da mesma fé.

Com isso, você evitará se envolver com alguém que considera importante manter sexo durante o namoro e acabem vivendo uma rotina de guerra de nervos, onde você terá que escolher entre fazer sua vontade ou a do cara.

Não faça concessões no início que você não pretende manter ao longo da relação

Uma das coisas que mais observo nos e-mails que recebo de minhas leitoras, é que são vítimas das próprias armadilhas criadas no início dos relacionamentos. De alguma forma, no começo, concedem concessões aos caras e depois aquilo se torna insustentável no decorrer dos meses seguintes.

Por exemplo: No começo, mesmo sendo algo que você não goste, você quer agradá-lo e acha que está tudo bem ele olhar seu celular todo dia, ver suas conversas e etc. Depois de um tempo, ele começa a te cobrar isso como uma obrigação e isso começa a te incomodar.

Se você tivesse, desde o início, deixado claro que isso não é algo que você goste e que não considera saudável para sua relação, ele já saberia dos seus limites agora.

Aprenda que se a relação for ruim, não é uma questão de perder, é uma questão de se livrar

“Ah… Não vou falar ‘não’ para ele logo no começo, né? E se ele desistisse de mim só por isso?” Sei que esse pensamento passa pela cabeça e chega até a doer a alma, é verdade! Mas é hora de você pensar diretinho se vale a pena passar por cima de alguns de seus critérios para manter a relação, sabendo que isso pode lhe custar muito desgaste depois.

Muito desse medo vem da ideia de que você tem que agarrar com unhas e dentes essa “oportunidade”, pois pode não ter outra. O que não é verdade! É o mesmo que se pós-graduar e aceitar um emprego sem salário, só para “não ficar fora do mercado”. Afinal, pra que ter o critério de ‘receber salário’, não é mesmo? Vai que se você pedir um salário eles não te contratam para trabalhar de graça para eles, já pensou?

Nunca aceite migalhas!

Não mantenha uma relação onde só tem sobrem migalhas emocionais. Onde você é quem sempre faz as concessões, onde você sempre tenha que entender, relevar, mudar de ideia, se desculpar. Isso não é saudável, sem falar que beira a relação abusiva, isso se não for uma.

Acredite! É melhor só do que mal ou meio acompanhada. É melhor demorar para encontrar, mas quando encontrar, achar alguém que venha para somar, do que alguém que te faça sentir refém.

Agora que você leu tudo, entenda: essas não são regras, são conselhos. Você tem todo o direito de abrir mão deles, de fazer do seu jeito, claro! E estarei torcendo para que dê certo, mas quis dividir com vocês o que divido com as mulheres que mais amo na vida, porque o que mais quero é que elas sejam felizes com quem escolheram para dividir a vida e o mesmo, desejo para minhas leitoras.

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Romântica, mas de um jeito nada romântico. Escrever é como construir uma colcha de retalhos: vou juntando pedaços de histórias, sentimentos e pensamentos meus, seus, de outras pessoas. E a cada vez que você me lê, me cita e me compartilha, enche meu coração de alegria e mostra para alguém um pouco mais de você, de mim e, claro, dela mesma. Amo escrever, mas amo mais ainda ser lida. ♥