Amar é algo tão particular e intransferível que nem mesmo a mesma pessoa ama igual duas vezes.

Já falei disso em outro texto, mas vira e mexe, esse assunto vem a tona.

Na minha visão, cada um ama no seu tempo, ao seu modo, com sua intensidade e a quem lhe apetece.

Isso significa que, ao meu ver, é leviano julgar amores por conta do tempo que durou, ou como foi conduzido, ou porque foi rápido pra ser considerado amor. 

Primeiro, porque quando dedicamos nosso tempo a julgar o amor alheio, também nos estamos limitando em duas instâncias:

  1. A de amar daquela forma

2.A de ser amada por quem ama daquela forma

Cada vez que limitamos o amor alheio, quantas pessoas desistem de nos amar, porque o jeito desta pessoa de amar é mais intenso ou mais rápido ou mais efusivo do que o que você criticou em alguém? 

E, cá entre nós, ser amado é quase sempre bom, ainda mais se estivermos abertos a novos amores, então é um pouco tolo jogar fora o que pode ser uma chance de um novo amor, bem amado, porém diferente do que estávamos acostumados. 

Considero justa toda forma de amor. Toda. Seja qual for.

toda forma de amorPorque amar e ser amado é muito melhor quando deixamos de julgar as formas de amor. 

No fim, melhor se sai o que se entrega no primeiro olhar do que o que dedica seus olhares a julgar toda forma de amor. 

 

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Romântica, mas de um jeito nada romântico. Escrever é como construir uma colcha de retalhos: vou juntando pedaços de histórias, sentimentos e pensamentos meus, seus, de outras pessoas. E a cada vez que você me lê, me cita e me compartilha, enche meu coração de alegria e mostra para alguém um pouco mais de você, de mim e, claro, dela mesma. Amo escrever, mas amo mais ainda ser lida. ♥

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